Ela perdeu o marido. Depois, a fé. Por último, a música. Faltava descobrir que a graça chega justo onde a dor abriu espaço.
Eu tinha 28 anos, recém-casada. Numa noite, sonhei que meu marido não voltava pra casa. Sonhei com o telefone tocando, com o velório, com os amigos da nossa banda ao redor, com a dor. Acordei tremendo.
Quando o coração desacelerou, ficou uma pergunta que não me largou: o que teria sobrado de mim se aquilo tivesse acontecido de verdade?
Dessa pergunta nasceu Sara — uma mulher que perdeu o marido, perdeu a fé, e precisou descobrir que a graça chega onde a gente menos espera.
Eu toco violão. Ele toca piano. No livro, o piano emudece quando Igor morre — porque eu sei exatamente qual som eu não suportaria perder. Elisa S. G.
Toda rachadura pode virar ouro.
Sara Santos é arquiteta. Construiu a vida com a mesma precisão com que projeta edifícios — casada com Igor, seu amor desde a adolescência, sustentada por uma fé herdada de uma família amorosa. Até que Igor morre dormindo ao volante.
Dois anos depois, com o luto enterrado sob uma rotina e o piano emudecido, Samuel cruza seu caminho. Médico, carismático e absolutamente inadequado para uma viúva cristã que jurou nunca mais se machucar. Tudo o que Sara não precisa. Tudo o que Deus escolheu para ela.
"A graça não subtrai. Multiplica."
O que começa como atração improvável vira um campo de batalha — não entre os dois, mas dentro de cada um. Um romance sobre reconstrução, sobre a fé que sobrevive à raiva, e sobre o amor que nasce onde a dor deixou espaço.
"Qual a pergunta certa: por quê… ou para quê?"
Carlos"Não quebre."
Sara"Você é o meu presente… Ele guardou você pra mim."
Sara, para Samuel"A fé que grita, que duvida — e ainda assim não vai embora."
Amor e GraçaNão é um sermão com capa de romance. É uma história que respeita a sua dor — e ainda escolhe a esperança.
Sara é a mulher que segura tudo, que sorri quando perguntam se está bem. Tipo você, em algum dia.
Uma história escrita com pesquisa real sobre luto — a dor certa, sem atalho, e o alívio que vem depois.
A fé que não é de Instagram: a que grita, duvida, faz greve — e mesmo assim permanece.
Formada em Letras pela USP e em Teologia pelo Seminário Palavra da Vida, Elisa revisou e prefaciou livros dos outros por anos — até escrever o seu. Lidera o louvor desde os 15 e é casada com o pianista que inspirou o piano da história. Amor e Graça é sua estreia.
"Sara não é a mocinha cristã perfeita. É controladora, teimosa, tem medo e raiva. Tipo eu. Tipo você."
Romance cristão contemporâneo · e-book · em breve no Kindle
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